- Alex Reissler
- 22 de abril de 2026, às 06:30
Uma indústria metal-mecânica de médio porte migrou do Citrix Virtual Apps and Desktops para o TSplus Remote Access em 45 dias e reduziu seus custos de acesso remoto em 70% no primeiro ano — uma economia de aproximadamente R$ 280 mil. Este artigo detalha como a migração foi planejada e executada, com os resultados financeiros e operacionais reais, para que sua empresa possa calcular o próprio ROI.
Renovações anuais do Citrix têm se tornado um peso crescente no orçamento de TI de indústrias de médio porte. O que deveria ser um investimento estratégico em infraestrutura acaba se transformando em um custo recorrente difícil de justificar perante o conselho administrativo, especialmente quando os valores sobem ano após ano sem contrapartida clara em funcionalidades ou desempenho. Para muitas empresas do setor industrial, esse cenário não é apenas uma questão financeira: é um obstáculo direto à modernização. Recursos que poderiam ir para automação, integração de sistemas ou digitalização da fábrica ficam presos em licenças que não evoluem na mesma proporção do investimento exigido.
A indústria em questão operava com 120 usuários distribuídos entre matriz, filial e equipes remotas de vendas e suporte técnico. O ambiente era composto por sistemas ERP legados, aplicações de gestão de produção e ferramentas de controle de qualidade, todos rodando em servidores Windows Server localizados no data center da matriz.
Durante anos, o Citrix Virtual Apps and Desktops foi a solução escolhida para permitir que colaboradores acessassem esses sistemas de qualquer lugar. A infraestrutura funcionava bem do ponto de vista técnico, mas o custo anual de renovação das licenças havia crescido de forma desproporcional. Segundo o diretor de TI da empresa, o valor pago anualmente ao Citrix representava cerca de 35% do orçamento total de infraestrutura de TI.
Além disso, a empresa enfrentava dificuldades para justificar esse investimento ao conselho. Não havia melhorias significativas nas versões mais recentes, e a complexidade de administração exigia a alocação de um profissional dedicado apenas para gerenciar a plataforma. O modelo de licenciamento por usuário simultâneo (CCU) também gerava incertezas: picos de acesso durante fechamentos mensais ou auditorias exigiam licenças adicionais temporárias, elevando ainda mais os custos.
De acordo com um estudo da Gartner, empresas de médio porte gastam em média entre 15% e 40% do orçamento de TI com licenciamento de software, sendo que soluções de virtualização e acesso remoto representam uma fatia significativa desse montante. Para indústrias, onde a margem operacional é pressionada por custos de produção, logística e matéria-prima, cada ponto percentual economizado em TI pode ser redirecionado para inovação e competitividade.
O problema não era apenas o valor absoluto das licenças. O verdadeiro risco estava no custo de oportunidade. A empresa tinha projetos estratégicos em espera: automação de linhas de produção, integração de sensores IoT para monitoramento de máquinas e modernização do sistema de gestão de estoque. Todos dependiam de investimento em infraestrutura e desenvolvimento, mas o orçamento estava comprometido com a renovação anual do Citrix.
Além disso, a complexidade da solução gerava custos indiretos. A equipe de TI, composta por três analistas, dedicava cerca de 30% do tempo apenas para manter o ambiente Citrix funcionando: aplicação de patches, troubleshooting de sessões travadas, ajustes de políticas de acesso e suporte a usuários com problemas de conexão. Esse tempo poderia ser investido em projetos de maior valor agregado.
Outro ponto crítico era a dependência de um único fornecedor. A empresa não tinha alternativas viáveis caso o Citrix decidisse aumentar ainda mais os preços ou alterar as condições de licenciamento. Essa falta de flexibilidade colocava a operação em uma posição vulnerável, especialmente em um cenário econômico incerto.
Para o CFO da empresa, o custo do Citrix estava diretamente impactando o EBITDA da área de TI. Em reuniões de planejamento estratégico, a diretoria questionava por que a empresa continuava pagando valores crescentes por uma solução que, na prática, não havia evoluído significativamente. A pressão por resultados financeiros e a necessidade de demonstrar retorno sobre investimento tornaram a busca por alternativas uma prioridade.
Segundo dados do Sebrae, a gestão eficiente de custos operacionais é um dos principais fatores de sobrevivência e crescimento de empresas de médio porte no Brasil. Reduzir despesas recorrentes sem comprometer a operação é uma estratégia fundamental para liberar capital de giro e investir em inovação.
Após avaliar diversas alternativas no mercado, a equipe de TI da indústria optou por testar o TSplus Remote Access. A escolha foi baseada em três pilares: custo total de propriedade (TCO), facilidade de implementação e compatibilidade com a infraestrutura existente.
O TSplus Remote Access oferece acesso remoto a aplicações Windows via navegador HTML5, sem necessidade de VPN ou instalação de clientes pesados. A solução é compatível com qualquer versão do Windows Server e não exige licenças CAL adicionais, o que representa uma economia significativa em ambientes com muitos usuários. Além disso, o modelo de licenciamento perpétuo elimina a dependência de renovações anuais obrigatórias.
A migração foi planejada em três fases, com duração total de 45 dias. A primeira fase envolveu a instalação do TSplus Remote Access em um servidor de testes, configuração das aplicações críticas e validação com um grupo piloto de 10 usuários. Durante duas semanas, esses usuários acessaram os sistemas simultaneamente via Citrix e TSplus, permitindo uma comparação direta de desempenho, usabilidade e estabilidade.
Na segunda fase, a equipe de TI configurou políticas de segurança, integrou o TSplus com o Active Directory da empresa e ajustou as permissões de acesso. O TSplus Advanced Security foi implementado para reforçar a proteção do ambiente, incluindo proteção contra força bruta, restrição de IPs e monitoramento de sessões suspeitas.
A terceira fase consistiu na migração gradual dos demais usuários — departamento por departamento, começando pelas áreas administrativas e finalizando com a equipe de produção e vendas. Essa abordagem permitiu que a equipe de TI identificasse e corrigisse eventuais problemas antes de expandir o acesso para toda a organização.
Um dos receios iniciais era a resistência dos usuários à mudança. No entanto, a interface HTML5 do TSplus se mostrou mais intuitiva do que o cliente Citrix Workspace. Os colaboradores puderam acessar os sistemas diretamente pelo navegador, sem necessidade de instalar ou atualizar aplicativos — algo especialmente relevante para acesso via dispositivos pessoais e tablets.
A equipe de TI realizou sessões de treinamento rápidas, de cerca de 30 minutos, para apresentar a nova interface e esclarecer dúvidas. A taxa de adoção foi superior a 95% nas duas primeiras semanas após a migração completa.
Ao final do primeiro ano de operação com o TSplus Remote Access, a empresa consolidou os resultados financeiros e operacionais da migração. A economia total foi de 70% em relação ao custo anual do Citrix, considerando licenças, suporte e manutenção — aproximadamente R$ 280 mil no primeiro ano, recursos redirecionados para projetos de automação e modernização da fábrica.
Além da economia direta, a empresa identificou ganhos operacionais significativos. O tempo dedicado pela equipe de TI à administração da solução de acesso remoto caiu de 30% para menos de 10%. A simplicidade do TSplus permitiu que os analistas focassem em atividades estratégicas, como integração de sistemas e suporte a novos projetos de digitalização.
Os usuários reportaram melhoria na velocidade de acesso e na estabilidade das sessões. O protocolo HTML5 do TSplus consome menos banda que o HDX do Citrix, o que foi especialmente relevante para colaboradores que acessavam os sistemas a partir de conexões residenciais ou móveis. A taxa de chamados relacionados a problemas de acesso remoto caiu 40% nos primeiros seis meses.
Com o TSplus, os colaboradores passaram a acessar os sistemas a partir de qualquer dispositivo com navegador — incluindo smartphones e tablets — sem configurações complexas ou instalação de aplicativos específicos. Isso ampliou a mobilidade da equipe de vendas e suporte técnico, que passou a resolver demandas de clientes de forma mais ágil.
A segurança foi uma preocupação central durante todo o processo de migração. A empresa implementou o TSplus Advanced Security para garantir proteção avançada contra ameaças cibernéticas, incluindo proteção contra ataques de força bruta, restrição de acesso por IP e país, e monitoramento em tempo real de sessões ativas.
Além disso, a empresa habilitou a autenticação de dois fatores com o TSplus Two-Factor Authentication, adicionando uma camada extra de segurança ao acesso remoto. Essa medida foi especialmente importante para atender requisitos de conformidade com a LGPD e políticas internas de segurança da informação.
De acordo com o CERT.br, ataques de força bruta e tentativas de acesso não autorizado a servidores RDP estão entre as principais ameaças enfrentadas por empresas brasileiras. A implementação de soluções de segurança específicas para ambientes de acesso remoto é fundamental para mitigar esses riscos.
A experiência da indústria metal-mecânica oferece um roteiro replicável para outras empresas que enfrentam desafios semelhantes. O sucesso da migração dependeu de três fatores: questionar o status quo com dados concretos, planejar em fases e contar com suporte técnico especializado em português.
Para empresas que estão avaliando a migração, as recomendações práticas são:
Se sua empresa enfrenta desafios semelhantes com custos crescentes de licenciamento de soluções de acesso remoto, é hora de avaliar alternativas que ofereçam o mesmo nível de funcionalidade a um custo significativamente menor. O TSplus Remote Access permite que você mantenha a produtividade e a segurança da sua operação, reduzindo o TCO em até 70% no primeiro ano.
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A migração do Citrix para o TSplus Remote Access demonstrou que é possível reduzir drasticamente os custos de acesso remoto sem comprometer funcionalidades, segurança ou produtividade. A indústria metal-mecânica economizou 70% no primeiro ano, liberou R$ 280 mil para projetos estratégicos e melhorou a experiência dos usuários — com taxa de adoção acima de 95% e 40% menos chamados de suporte.
O caso reforça a importância de questionar soluções legadas, avaliar alternativas de forma estruturada e planejar migrações com cuidado. Para empresas de médio porte que buscam otimizar custos e investir em modernização, a escolha da solução de acesso remoto pode fazer uma diferença significativa no resultado financeiro e na competitividade.
A experiência mostra que a tecnologia certa, aliada a um planejamento adequado e suporte especializado da TSplus Brasil, pode transformar um custo recorrente em uma vantagem competitiva.
A economia varia conforme o número de usuários e o modelo de licenciamento atual, mas empresas de médio porte têm reportado redução de até 70% no TCO no primeiro ano. Isso inclui economia em licenças, suporte e tempo de administração. O TSplus oferece licenciamento perpétuo e não exige CALs adicionais, o que reduz significativamente os custos recorrentes.
Não. O TSplus oferece recursos avançados de segurança, incluindo autenticação de dois fatores, proteção contra força bruta, restrição de acesso por IP e monitoramento de sessões. Com o TSplus Advanced Security, é possível implementar hardening avançado e proteção contra ameaças cibernéticas, garantindo um nível de segurança equivalente ou superior ao Citrix.
O tempo de migração depende do tamanho e da complexidade do ambiente, mas empresas de médio porte têm concluído o processo em 30 a 60 dias. A abordagem recomendada é realizar a migração em fases, começando por um grupo piloto e expandindo gradualmente para toda a organização. Isso permite identificar e corrigir problemas de forma controlada, minimizando o impacto na operação.