- Alex Reissler
- 29 de agosto de 2023, às 08:00
O mercado de virtualização e acesso remoto está passando por um momento de grande turbulência, forçando decisores técnicos a repensarem suas arquiteturas. Com os recentes anúncios de reestruturação de mercado, a previsão de aumento drástico nos preços do Citrix DaaS para 2026 já acende um sinal de alerta vermelho nos orçamentos corporativos. Profissionais de TI estão sendo desafiados a fazer mais com menos, sem abrir mão da segurança cibernética e da alta disponibilidade dos sistemas críticos.
Neste cenário de incertezas e contratos cada vez mais onerosos, ficar preso a um único ecossistema pode significar a estagnação tecnológica da sua empresa. Manter infraestruturas legadas rodando através de soluções superdimensionadas drena recursos que deveriam ser alocados em inovação e modernização. É exatamente por isso que a busca por uma Alternativa Citrix viável deixou de ser apenas uma opção e tornou-se uma estratégia de sobrevivência financeira e operacional.
Se a sua empresa ou software house depende da entrega de aplicações e ERPs em nuvem, antecipar-se a essa inflação de licenciamento é o movimento mais inteligente. A seguir, detalhamos o impacto dessa crise e como modernizar seu acesso remoto sem comprometer a saúde financeira do negócio.
A evolução do Desktop as a Service (DaaS) trouxe facilidades inegáveis, mas também criou um modelo de dependência extrema para as corporações. As mudanças nas políticas das gigantes do setor indicam reajustes agressivos nas renovações de contratos.
O foco em maximizar a Receita Recorrente Anual (ARR) tem forçado empresas a migrarem para modelos de subscrição mandatória. Para gestores de TI, isso representa um risco iminente de estouro orçamentário. O planejamento estratégico precisa, com urgência, mapear uma Alternativa Citrix que ofereça estabilidade de preços a longo prazo.
O fim das licenças perpétuas em muitos ecossistemas obriga empresas a adotarem o formato de assinatura em nuvem, mesmo quando sua infraestrutura on-premise atende perfeitamente à demanda. Essa migração forçada gera custos inesperados de adequação e expõe a operação ao risco de vendor lock-in.
Além do custo base da licença, é preciso calcular o Custo Total de Propriedade (TCO), que inclui certificações exigidas, suporte premium obrigatório e hardware robusto. A manutenção desse ambiente tornou-se insustentável. A redução de custos TI tornou-se a métrica de sucesso primária para CIOs neste ciclo.
A precificação costuma envolver múltiplas camadas: licenças de usuário nomeado, licenças concorrentes, add-ons de segurança e taxas de gateway, tornando a auditoria de TI um pesadelo logístico.
Soluções tradicionais exigem brokers de conexão complexos, bancos de dados SQL dedicados e gateways pesados. Essa complexidade intencional dificulta o cálculo preciso do ROI e frequentemente resulta em over-provisioning, onde a empresa paga por licenças e recursos que sequer utiliza.
Softwares pesados que exigem endpoints instalados em cada máquina cliente minam a produtividade. A cada atualização de sistema operacional, surge uma nova onda de chamados de suporte técnico, encarecendo a operação e drenando o tempo da equipe de TI.
Ambientes superdimensionados aumentam a superfície de ataque. Sem um desenho de arquitetura claro, cria-se o risco de Single Point of Failure (SPOF). Adotar uma Alternativa Citrix mais simples e direta reduz essas vulnerabilidades, facilitando a gestão da segurança.
Migrar não precisa significar perda de recursos, desde que a avaliação técnica seja criteriosa e focada no que a sua operação realmente demanda.
As corporações buscam, antes de tudo, clareza no que estão pagando. Uma boa alternativa deve oferecer opções que devolvam a governança de TI para a empresa, como o licenciamento perpétuo, eliminando a ansiedade das renovações anuais exorbitantes.
A transição antecipada evita a migração emergencial, que geralmente resulta em tempo de inatividade prolongado. A solução ideal deve ter uma implementação rápida, sem exigir semanas de consultoria externa ou certificações caríssimas para a equipe técnica interna.
Para as Software Houses, a agilidade no provisionamento de novos clientes é vital. A ferramenta escolhida deve integrar-se facilmente com sistemas antigos, garantindo que o ERP seja entregue com alta performance e sem necessidade de reescrever o código da aplicação.
Ao contrário das políticas de subscrição forçada, a TSplus Brasil posiciona seu portfólio de forma a empoderar o gestor de TI, garantindo que o software seja um ativo real da sua empresa.
O TSplus Remote Access permite a publicação web (Web-Enablement) de qualquer software Windows legado em questão de minutos. A aplicação roda centralizada e é acessada diretamente no navegador via HTML5. Essa funcionalidade faz do Remote Access a Alternativa Citrix perfeita para democratizar o acesso sem atritos.
Os usuários podem acessar seus ERPs e arquivos internos de qualquer dispositivo (Windows, Mac, Linux, iOS ou Android), necessitando apenas de internet. A abordagem clientless (sem instalação de plugins) reduz drasticamente a carga do help desk.
O gerenciamento de acessos é simplificado com a integração nativa ao Active Directory e o suporte a Single Sign-On (SSO). Administradores podem definir permissões granulares por usuário ou grupo corporativo diretamente pelo painel intuitivo do Remote Access.
Do ponto de vista da arquitetura de sistemas, o TSplus Remote Access foi projetado desde o seu núcleo para ser leve e altamente eficiente.
Enquanto concorrentes exigem diversos servidores para gerenciar o ambiente, o Remote Access exige apenas uma fração dos recursos computacionais (baixo footprint) para hospedar a mesma quantidade de usuários simultâneos, reduzindo custos com hardware e energia elétrica.
A escalabilidade horizontal é tratada de forma simplificada. Recursos de Load Balancing e Farm de Servidores são integrados de maneira intuitiva, permitindo que a infraestrutura cresça sob demanda sem penalizar o orçamento.
O tráfego de ponta a ponta é criptografado. Além disso, a integração com soluções complementares, como o TSplus Advanced Security e o TSplus 2FA (Two Factor Autenthication), garante conformidade total com a LGPD e blindagem contra ataques de ransomware.
A janela de oportunidade para planejar essa mudança de arquitetura é agora, antes que os novos contratos sejam impostos pelo mercado.
O primeiro passo é realizar uma auditoria interna para entender o uso real da sua empresa. Mapeie quantas sessões concorrentes são necessárias e quais ERPs ou aplicativos de gestão são indispensáveis para a continuidade da operação.
A transição segura exige testes em um ambiente controlado. Você pode instalar o Remote Access em um servidor de homologação em poucos minutos e executar uma Prova de Conceito (PoC) completa, validando o desempenho do sistema com os key users da empresa.
Com a PoC aprovada, a migração ocorre de forma gradativa. O provisionamento ágil do Remote Access garante downtime zero. A virada de chave operacional acontece apenas quando a nova infraestrutura estiver 100% testada, configurada e segura.
A inércia tecnológica diante do iminente aumento de preços do DaaS em 2026 pode custar muito caro para o seu negócio. Manter a rentabilidade, a segurança cibernética e a alta performance dos seus acessos remotos exige decisões estratégicas hoje. Encontrar a ferramenta certa de virtualização é garantir que a sua operação não será refém de políticas monopolistas e flutuações agressivas do mercado de software.
O TSplus Remote Access provou ser a ferramenta definitiva para empresas e software houses que precisam publicar aplicações com facilidade, segurança e licenciamento justo. Com uma curva de aprendizado mínima e máxima compatibilidade com ambientes legados, a transição é suave e os benefícios financeiros são imediatos.
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